quinta-feira, dezembro 21, 2006

Lost in Mongaguá

Lost in Mongaguá

Praia é uma coisa estranha. Agradável até a página 5, ou o quinto dia, que seja. É estranho por ser maravilhosamente diferente da vida que se leva na cidade grande: correria, prazos, horários. Nada disso existe na praia. Não para aqueles que, como eu, costumam dizer "oi" pro mar umas duas vezes ao ano. Banho é só na hora de dormir, já que o sal quase não toca minha pele (e sem piadinhas do tipo: claro, o mar nem toca sua pele por você ser peludo! Hahaha! - por motivos óbvios, recentes e claros para todos).
Cheguei no domingo pela manhã, levando o tempo nublado de São Paulo comigo. Como companhia, meu amigo Dik, que agora que está sem namorada e não precisando mais carregar nas costas o "Anão de Santo Amaro", como fez por anos na 89fm, pode sair e pegar um bronze em sua pele de índio e cabelo... indígena. Churrasco, cerveja, cigarro, televisão em qualquer canal e cama. Deus fez a praia para os mórbidos, que bom!
Para não dizer que nem aproveitei a praia, molhei os joelhos na segunda feira, debaixo de um sol de 33° que me fez ficar parecendo uma mortadela. Motivo esse que me afastou da praia todos os dias seguintes, salvo horários como 6 da manhã e 5 da tarde.
O casal Milena e Giovano lavavam a louça e varriam o chão. Nós, trocávamos de canal da tv sem controle remoto e contávamos piadas e "causos" de nossas ex namoradas para todos rirem.

Aiai... eu poderia morar na praia.
Por uns 5 dias.
A poluição daqui é mil vezes melhor que a maresia de lá.

Ahhhh, sim!
Feliz Natal!
Minha conta corrente no Bradesco é 0010510-4; Ag: 2574

Vamos mostrar o espírito natalino para esse bom velhinho aqui! \o/

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